A primeira oração
Eu não me lembro como aconteceu, mas de repente eu estava conversando com alguém que eu não conseguia ver, mas que sabia que estava ali.
Era uma conversa de um filho que com inocência e coração aberto, pede algo a seu pai.
Uma conversa que sempre começava com "Papai do céu...".
Foi assim que eu aprendi a falar com Deus. E se quer saber a verdade: é assim que bato um papo com ele até hoje antes de dormir.
Acho que se eu tivesse de descrever Deus ou falar da minha relação com ele, eu seria bem preciso: ele é igual ao meu pai. No meu dicionário, a definição de Deus seria:
Deus: s.m. 1. Pai bacana e presente, que apóia o filho mesmo que ele faça besteira. Está sempre ao lado para incentivar nos sucessos e percalços do caminho. Tem paciência para ensinar e orientar, mesmo que a recíproca não seja verdadeira. Procura atender todos os pedidos do filho quando possível. Sempre bem humorado. 2. Amor incondicional. 3. Guia. Nos leva pela mão para o que é melhor para nós. E mesmo que a gente discorde no presente (enquanto não enxergamos o todo) no final concordamos com ele.
Cada um tem a sua maneira de enxergar o pai maior e também uma maneira única de falar com ele, de fazer uma prece. Alguns mais sérios, outros mais descontraídos. No final as palavras em si são o menos importante.
O que importa de fato é a ligação com o plano superior. É estabelecer uma conexão de fé sincera, agradecer por nossas vidas e vibrarmos por nós mesmos e pelo próximo.
Fazer essa ligação é um hábito importante, que nos transforma em pessoas melhores, por limpar nossos pensamentos e nos envolver em luz.
Se você não tem o costume de trocar uma ideia com o pai maior, experimente, afinal deve ser meio cansativo para ele ficar falando sozinho... e olha que ele nem reclama ou deixa de estar ao seu lado!
André Lorenz
Noelitos vocês estão de parabéns pelo blog XD
ResponderExcluir